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Auxílio-aluguel para vítimas de violência beneficia 13 mulheres em Barra Bonita e Igaraçu do Tietê

Programa estadual completa um ano com investimento de R$ 30 mil na microrregião de Bauru; iniciativa foca em mulheres de 30 a 39 anos

Atualizado em 19/03/2026 às 11:03, por Netto Dorico.

Cinco mulheres em um ambiente criativo trabalham juntas ao redor de uma mesa com projetos, tablet e cadernos.

Benefício de R$ 500 mensais visa garantir moradia segura para mulheres que possuem medidas protetivas contra agressores (Divulgação/Agência SP)

O programa de Auxílio-Aluguel para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS), completou seu primeiro ano de operação. Em Barra Bonita, dez mulheres acessaram o benefício, totalizando um repasse de R$ 23.500. Já em Igaraçu do Tietê, três mulheres foram atendidas, com pagamentos que somam R$ 6.500 diretamente em contas poupança social.

Na região de Bauru, o programa alcançou 433 beneficiárias entre março de 2025 e fevereiro de 2026, com um investimento total de R$ 1,2 milhão. O auxílio oferece uma ajuda de custo mensal de R$ 500 por seis meses, podendo ser renovado por igual período. O objetivo central da política pública é garantir autonomia financeira para que a mulher possa se afastar do agressor com segurança e dignidade.

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O perfil consolidado pela SEDS revela que a maioria das atendidas está em idade economicamente ativa. A faixa etária predominante é de 30 a 39 anos, representando 38,8% do total de beneficiárias no estado. Somadas às mulheres entre 20 e 29 anos, o grupo jovem e adulto jovem compõe quase 63% do público assistido. Segundo a secretaria, essa concentração reforça a necessidade de suporte financeiro no momento em que a mulher busca reconstruir sua trajetória familiar e profissional.

Para solicitar o benefício, a mulher deve residir no estado, estar em situação de vulnerabilidade com renda de até dois salários mínimos e possuir medida protetiva expedida pela Justiça. O cadastramento é realizado pela rede municipal de assistência social (CRAS ou CREAS). Após a aprovação, o valor é disponibilizado mensalmente via Banco do Brasil. A iniciativa já está presente em 585 municípios paulistas e é considerada uma ferramenta estratégica de preservação da vida.