Moção pede auditoria nas verbas repassadas ao Hospital São José
Pedido foi apresentado pelos vereadores da Situação barra-bonitense
Vereadores querem detalhes sobre os repasses feitos à entidade que administra o Hospital São José
Moção de Apelo, apresentada pelos vereadores Jairo Meschiato, Adriano Testa, Alexandre Batista, Cássia Bispo, Carira, Luiz Fregolente, Rodrigo Maldonado e Marquinhos Moraes, solicitou ao Poder Executivo a instauração de uma auditoria quanto à execução das verbas repassadas pelo Município ao Hospital e Maternidade São José.
O procedimento, segundo os autores, deverá englobar a situação administrativa, financeira e operacional na execução dos convênios e outros instrumentos celebrados entre o município e a entidade.
Os autores pedem que seja incluída análise da aplicação dos recursos públicos municipais, regularidade da prestação de contas, situação econômico-financeira da instituição e as circunstâncias que acarretaram na impossibilidade de renovação do convênio para manutenção do Pronto-Socorro.
Único vereador a falar sobre o pedido, Luiz Fregolente disse que não se trata de desconfiança tanto da direção do São José quanto do Poder Executivo. “Apenas para garantir que o dinheiro chegue certo, somente uma questão de transparência mesmo.”
Já em relação à polêmica envolvendo a não renovação do contrato do Pronto-Socorro na semana passada, o parlamentar lembrou que o prefeito Manezinho Fabiano não poderia majorar o repasse em R$ 500 mil mensais sem autorização do Poder Legislativo, ou seja, o pedido de última hora não poderia ser aceito sem o aval dos vereadores.
Colocada em votação, a moção foi aprovada por unanimidade dos vereadores presentes e encaminhada ao Poder Executivo, que poderá ou não implantar a auditoria proposta pelos parlamentares.
Rejeitados
O grupo da Situação voltou a rejeitar dois requerimentos de autoria dos vereadores da Oposição. O primeiro, do vereador Claudecir Paschoal, solicitava informações sobre o projeto de duplicação da Rodovia SP-255, como os motivos da Estrada Municipal BRB-338 não ser interligada diretamente à rodovia, uma vez que o trevo de acesso do KM172+890m está localizado a cerca de 50 metros da via.
O outro documento, assinado por Paschoal, Poliana Quirino e Patrícia Barreto, abordou os repasses financeiros ao Hospital e Maternidade São José, bem como os cargos em comissão e funções gratificadas mantidas pelo Executivo Municipal.
Os autores defenderam que, se houvesse cortes no quadro de pessoal, com a dispensa de secretários adjuntos e outros cargos comissionados, o município poderia levantar recursos para aumentar o repasse solicitado ao São José. Com a rejeição, os dois documentos foram arquivados na secretaria da Câmara Municipal.












