Parcelamento de dívida com a CPFL tem votação adiada
Raquel Vieira pediu vistas para aguardar envio de informações pelo Executivo
Raquel pediu maior prazo para aguardar informações sobre a dívida deixada pela administração Verpa
O projeto de lei que trata do reconhecimento e parcelamento de dívidas da Prefeitura de Igaraçu do Tietê com a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) teve a votação adiada. O débito é referente aos anos de 2022, 2023 e 2024, período correspondente ao mandato do ex-prefeito Ricardo Verpa.
A proposta, enviada pelo Poder Executivo no mês de fevereiro, solicita autorização do Legislativo para negociar a pendência com a concessionária de energia, visando evitar o risco de corte no fornecimento. Após a apresentação do projeto, o vereador Pena Junior solicitou ao prefeito Bucho o detalhamento dos débitos, uma vez que o texto original apenas cita o período em que o município deixou de cumprir com os pagamentos.
Embora o projeto tenha sido incluído na Ordem do Dia da sessão de segunda-feira (16), a vereadora Raquel Vieira pediu vistas (dilação de prazo) para aguardar o envio das informações solicitadas por Pena. O pedido foi aprovado pela maioria dos vereadores presentes, e a proposta deverá retornar à pauta nas próximas sessões para votação única.
APAE
A vereadora Patrícia Bolla Negreli apresentou um requerimento solicitando ao Poder Executivo informações sobre a possibilidade de doação definitiva do imóvel onde funciona a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Igaraçu do Tietê.

No documento, a parlamentar questiona a existência de estudo ou planejamento por parte da Administração Municipal para a transferência do bem. Em caso positivo, ela solicita detalhes sobre as providências administrativas e jurídicas em andamento. Caso contrário, indaga se há a possibilidade de o Executivo analisar e encaminhar um projeto de lei com essa finalidade.
Fundada em 14 de maio de 1975, a APAE atende cerca de 130 alunos de forma direta e beneficia, indiretamente, mais de 640 pessoas por meio de serviços educacionais, sociais e terapêuticos. Segundo a vereadora, a eventual doação definitiva do imóvel pode representar um importante avanço para o fortalecimento institucional, garantindo maior segurança jurídica e continuidade aos serviços prestados.












