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Parcelamento de dívida com a CPFL tem votação adiada

Raquel Vieira pediu vistas para aguardar envio de informações pelo Executivo

Atualizado em 18/03/2026 às 10:03, por Netto Dorico.

Mulher de blusa preta segurando uma caneta na mão direita, discursa em um púlpito de vidro tendo três bandeiras ao fundo

Raquel pediu maior prazo para aguardar informações sobre a dívida deixada pela administração Verpa

O projeto de lei que trata do reconhecimento e parcelamento de dívidas da Prefeitura de Igaraçu do Tietê com a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) teve a votação adiada. O débito é referente aos anos de 2022, 2023 e 2024, período correspondente ao mandato do ex-prefeito Ricardo Verpa.

A proposta, enviada pelo Poder Executivo no mês de fevereiro, solicita autorização do Legislativo para negociar a pendência com a concessionária de energia, visando evitar o risco de corte no fornecimento. Após a apresentação do projeto, o vereador Pena Junior solicitou ao prefeito Bucho o detalhamento dos débitos, uma vez que o texto original apenas cita o período em que o município deixou de cumprir com os pagamentos.

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Embora o projeto tenha sido incluído na Ordem do Dia da sessão de segunda-feira (16), a vereadora Raquel Vieira pediu vistas (dilação de prazo) para aguardar o envio das informações solicitadas por Pena. O pedido foi aprovado pela maioria dos vereadores presentes, e a proposta deverá retornar à pauta nas próximas sessões para votação única.

APAE

A vereadora Patrícia Bolla Negreli apresentou um requerimento solicitando ao Poder Executivo informações sobre a possibilidade de doação definitiva do imóvel onde funciona a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Igaraçu do Tietê.
 

No documento, a parlamentar questiona a existência de estudo ou planejamento por parte da Administração Municipal para a transferência do bem. Em caso positivo, ela solicita detalhes sobre as providências administrativas e jurídicas em andamento. Caso contrário, indaga se há a possibilidade de o Executivo analisar e encaminhar um projeto de lei com essa finalidade.

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Fundada em 14 de maio de 1975, a APAE atende cerca de 130 alunos de forma direta e beneficia, indiretamente, mais de 640 pessoas por meio de serviços educacionais, sociais e terapêuticos. Segundo a vereadora, a eventual doação definitiva do imóvel pode representar um importante avanço para o fortalecimento institucional, garantindo maior segurança jurídica e continuidade aos serviços prestados.