/apidata/imgcache/74dc6492a18355fdb2594f6571bd22c0.webp?banner=header&when=1781287954&who=197
/apidata/imgcache/b118f3d62965bc6a4b6642cd1677f6f2.webp?banner=top&when=1781287954&who=197

Uma paixão chamada astronomia

Atualizado em 11/06/2026 às 15:06, por Alex Maktub.

“Porque ver a Lua em pleno dia lhe causara fascínio.” Com essa frase, pretendo iniciar um conto de um projeto futuro, entre tantos que mantenho em mente, dedicado a esse gênero literário tão singular. Quando criança, sempre demonstrei encantamento pelo céu. Observava, ainda sem compreender, o motivo de a Lua surgir durante o dia, já que a associava exclusivamente à noite.
Mais tarde, na escola, entendi a razão. Então, entre tantas atividades, passei a estudar astronomia como um hobby prazeroso. Na época, sem acesso a eletrônicos ou à internet, a alternativa era colecionar jornais, revistas e reportagens sobre o espaço. Cheguei a montar seis cadernos com colagens, anotações, fotografias e tudo o que se possa imaginar.

/apidata/imgcache/5d5731828fe64b22b66680e888129bde.jpeg?banner=postmiddle&when=1781287954&who=197

Há poucos dias, vi, com certa inveja, um vídeo em que visitantes de um museu podiam tocar uma pedra lunar. O objeto ficava exposto sob forte proteção, mas contava com um espaço específico para que qualquer pessoa pudesse encostar e experimentar a sensação única de tocar a Lua.
No cinema, o destaque do gênero é “Devoradores de Estrelas”, dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, adaptação do livro homônimo de Andy Weir, autor de “Perdido em Marte”. Li as obras e assisti às versões cinematográficas e, para minha surpresa, gostei bastante das adaptações. Recomendo a quem aprecia o tema. 
“I'll see you on the dark side of the Moon”, Pink Floyd.